Usando o delicios para gerenciar suas referẽncias e bibliografias.

Usando o delicious para gerenciar suas referências e bibliografias.

Introdução

O delicious (del.icio.us) é um serviço web 2.0 de gerenciamento de favoritos e rede social, foi desenvolvido por Joshua Schachter, entrou no ar no final do ano de 2003, sendo adquirido posteriormente em 2005 pelo Yahoo!

Os favoritos hospedados pelo delicious são organizados atraves de um sistema de tags.

Delicious API

O serviço do delicious oferece uma API (Application Program Interface) para que aplicações de terceiros possam usufruir do serviço. Esta api está sob o endereço http://www.delicious.com/help/api .

Como salvar um bookmark com o delicious

Pelo site do delicious

Após se autenticar com a sua conta do delicious.com, você terá uma página similar a da figura1.

Figura 1: Página inicial do delicious.com após autenticação do usuário

Figura 1: Página inicial do delicious.com após autenticação do usuário

Veja que no canto superior direito da página existe um link com a denominação save new bookmark, veja a figura2

Figura 2: Link para salvar um novo favorito.

Figura 2: Link para salvar um novo favorito.

Vamos supor que eu quero salvar o artigo sobre o banco de dados noSQL orientado a tabelas criado pelo google o BigTable. A url do artigo é http://static.googleusercontent.com/external_content/untrusted_dlcp/labs.google.com/pt-BR//papers/bigtable-osdi06.pdf e eu vou salvar ela.

Clico no link save new bookmark e vejo a as janelas da figura 3 e 4, para cadastro de url e metadados (tags) do favorito.

Figura 3: Janela para cadastro de url do favorito.

Figura 3: Janela para cadastro de url do favorito.

Figura 4: Catalogação de tags(metadados), titulos e notas sobre o favorito.

Figura 4: Catalogação de tags(metadados), titulos e notas sobre o favorito.

Pronto o seu favorito já está salvo como você pode verificar na Home (figura 5), no meu caso o favorito já estava salvo e na figura 1 ele também aparece.

Figura 5: Listagem do favorito salvo.

Figura 5: Listagem do favorito salvo.

No seu navegado

Atualmente os navegadores web Google Chrome e Mozilla Firefox, oferecem suporte a Add-on/plugins/complementos (outros navegadores eu desconheço se oferecem suporte a tal. Veja na seção Referências e links como usar o delicious em seu navegador.

Para o TCC ou outros projetos, como gerenciar seus bookmarks.

Bem eu sou usuário do twitter e tive uma idéia simples porém acredito que seja funcional, inspirado das HASH TAGS do serviço do twitter aliado com o sistema de tags do delicious, resolvi otimizar a tarefa de gerenciar minhas referẽncias bibliográficas (pelo menos na internet). Toda vez que eu for salvar uma página que é de interesse e é uma bibliografia do meu trabalho de tcc, salvo ele com as hash tags: #TCC e #bibliografia, fora as tags normais de catalogo. Ai depois com o uso da API do delicious recupero esses dados que já devem estar praticamente prontos para entrarem no trabalho.

Simples. Mais informações entre em contato com paulopatto@gmail.com, ou no delicious http://delicious.com/paulopatto.


Referencias e links

  1. Página da extensão de bookmark do delicious para o navegador google chrome: https://chrome.google.com/webstore/detail/lnapbapmncaacbfijemonkinanfaebhm, acessado em 2011/abr/19.
  2. Página para download e instalação da extensão do delicious bookmark para o navegador mozilla firefox: https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/delicious-bookmarks/, acessado em 2011/abr/19.
  3. Página do manual do delicious bookmark para mozilla firefox: http://www.delicious.com/help/quicktour/firefox, acessado em 2011/abr/19.
  4. Página do manual do delicious bookmark para google chrome: http://www.delicious.com/help/quicktour/chrome, acessado em 2011/abr/19.
  5. Página do manual do delicious bookmark para microsoft internet explorer: http://www.delicious.com/help/quicktour/ie, acessado em 2011/abr/19.
  6. Página do manual do delicious bookmark cross browser: http://www.delicious.com/help/bookmarklets, acessado em 2011/abr/19

Versão em PDF  [WIKI]- Usando o delicios para gerenciar suas referências e bibliografias. 

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Mozilla pode soltar Firefox 5, 6 e 7 já neste ano

Firefox Logo

Firefox

A Mozilla Software pode liberar as versões 5, 6 e 7 do navegador Firefox até o final deste ano. A informação foi divulgada no roadmap de desenvolvimento do browser.

O roadmap, vale dizer, é um rascunho e apresenta um horizonte viável para o time de desenvolvedores da Mozilla. Contudo, nin

guém sabe se ele será seguido à risca. A empresa, por exemplo, planejava ter lançado a versão final do Firefox 4 há algum tempo, e o software ainda está em estágio de testes.
Segundo o roadmap, o Firefox 5 chega em poucos meses e virá com o recurso F1, que integra o browser às redes sociais. O software terá, ainda, compatibilidade nativa com o sistema Windows 7 de 64 bits, o que deve deixá-lo mais rápido e seguro, além de um recurso para criação de perfis. No Firefox 6, a Mozilla quer um motor de JavaScript novo e totalmente adaptado aos padrões do HTML5, melhorias no CSS3 e suporte ao Mac OS X 10.7. Essa versão contará, ainda, com recursos avançados para suportar aplicativos web. O Firefox 7 que, segundo o cronograma, é para o final do ano, virá com modificações na linguagem XBL, e, principalmente, uma arquitetura nova que separa as funções do navegador por processos – deixando-o menos vulnerável a bugs e problemas de desempenho.

Com o roadmap, a Mozilla apresenta um claro movimento para acelerar a inserção de novos recursos no navegador e deixá-lo mais conectado às redes sociais de forma nativa (ou seja, sem a necessidade de add-ons). É um movimento, digamos, bem parecido com o do Google com o seu navegador Chrome.

Via: Revista Online Exame

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Pacote Adobe CS5 Master Collection no Linux via Oracle VirtualBox 4.0

Bem já fazia tempo que eu não postava nada aqui no blog. Hoje vou colocar uma dica rápida mas bem útil.

Muita gente (principalmente webdesigns) não migram definitivamente para o linux, pois necessitam de softwares adobe como flash e photoshop. Bem hoje aqui no serviço foi dia de instalar os novos softwares adquiridos pela F.P.A. para a área de criação e tecnologia web. Bem como eu uso o Ubuntu porém as vezes tenho de criar coisas em flash e por ai, fiz um hack bem legal para conciliar os softwares de trabalho, vamos aos ingredientes:

  • Windows 7 Professional 64bits
  • Pacote Adobe Master Collection CS 5
  • Processador intel i7
  • 6 GB memória RAM
  • Ubuntu 10.10 64bits
  • Oracle VirtualBox 4.0

Bem criar uma VM windows 7 64bits é simples para qualquer um (next > next > finish), porém quando você tenta instalar o pacote adobe (no meu caso resolvi instalar somente o flash, photoshop 64bits, Flex Builder e o Ilustrator), no ultimo cd da instalação ele geralmente sai com a seguinte mensagem:

Exit Code: 7

-------------------------------------- Summary --------------------------------------

 - 0 fatal error(s), 121 error(s), 90 warning(s)

WARNING: The payload: Adobe Photoshop CS5...

 

 

Isto acontece porque o pacote da adobe requer 256Mb de RAM de video, então para solucionar isso, desligue a VM VirtualBox, e entre com o seguinte comenaod no terminal:

$ VBoxManage modifyvm "[machine name]" --vram 256

Prontinho, se você tinha gráficos 2 e 3D habilitados para a sua VM, pode instalar e usar os softwares normalmente.  Apenas lembrando que pirataria é crime, use software legal (original).

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Linguagem Python eleita a linguagem de 2010

Isso mesmo! Se você tinha dúvidas se Python estava crescendo, agora não tem mais. O TIOBE acabou de anunciar que Python foi eleito a linguagem que mais ganhou mercado em 2010.

 

Python é agora a quinta linguagem de programação mais popular, ficando atrás apenas de Java, C, C++ e PHP, superando C#, Visual Basic e Objective-C.

Diversos fatores contribuíram para a expansão do Python no mercado.

Para começar, Python se tornou o padrão de facto para programação de scripts de sistemas, sucedendo Perl para este propósito.

Python também é muito popular para desenvolvimento de aplicações web, principalmente com o framework Django.

E por último, mas não menos importante: Mais e mais universidades do mundo inteiro estão adotando Python para os cursos de programação.

Se você ainda não sabe o que é Python? Não perca mais tempo! Baixe o interpretador e comece já. Existem muitos bons livros e cursos para você dominar a linguagem.

Além disso, não deixe de participar da comunidade PythonBrasil e cadastre-se na lista de discussão. A lista é super movimentada e pythonistas do país inteiro poderão te ajudar a aproveitar ao máximo esta ferramenta fascinante.

 

VIA Henrique Bastos

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Instalando um dock parecido com o do Mac OS/X ao ubuntu

 

Icone do docky

Docky

Bem quem já utilizou o sistema operacional da apple para o machitosh (mac os/x), se deparou com um menu/barra de status um tanto diferente do senso comum de sistemas como GUI como windows e linux(gnome, kde, etc.). Aquela bonita e estranha barra de status é chamada no mundo mac de “dock”. Se vocẽ ficou fã da dock e quer usar no seu ubuntu, temos uma boa noticia. É possível e neste passo a passo vamos instalar uma dock para o gerenciador de janelas gnome. Esse passo-a-passo tem como referência o Ubuntu 10.04.

Vamos incluir o repositório apt do docky e atualizar os repositórios APT

	$ sudo add-apt-repository ppa:docky-core/stable
	$ sudo apt-get update

Qaundo você dá o comando add-apt… o gerenciador de pacotes deve automáticamnet importar as chaves de segurança. No meu caso a saida do comando add-apt foi essa:

	$ sudo add-apt-repository ppa:docky-core/stable
	Executing: gpg --ignore-time-conflict --no-options --no-default-keyring --secret-keyring /etc/apt/secring.gpg --trustdb-name /etc/apt/trustdb.gpg --keyring /etc/apt/trusted.gpg --primary-keyring /etc/apt/trusted.gpg --keyserver keyserver.ubuntu.com --recv 53BD7760A5A09E78FC8649D9608BF7B93528AE20
	gpg: requisitando chave 3528AE20 de servidor hkp - keyserver.ubuntu.com
	gpg: chave 3528AE20: chave pública "Launchpad Docky Development PPA" importada
	gpg: Número total processado: 1
	gpg:               importados: 1  (RSA: 1)

Feito isso é só instar o docky com o comando

	$ sudo apt-get install docky

Algumas sugestões de instalação para distribuições baseadas no debian são:

Ubuntu 10.04

  $ sudo apt-get install bzr libgio2.0-cil-dev
  $ sudo apt-get build-dep docky

Ubuntu 9.10

$ sudo aptitude install \</pre>
automake \
bzr \
mono-gmcs \
libmono-cairo2.0-cil \
gtk-sharp2 \
libdbus-glib1.0-cil-dev \
libdbus1.0-cil-dev \
libgtk2.0-dev \
libnotify0.4-cil \
libgio2.0-cil-dev \
libtool \
intltool \
ca-certificates \
gnome-desktop-sharp2 \
libgconf2-dev \
monodevelop-nunit

O docky não é uma exclusividade de usuário do ubuntu e distribuições derivadas do debian. Usuários fedora, gentoo e etc pode ver mais informações de como instalar o docky em seu ambeinte nos links de referẽncia ao final deste post.

Links de referência

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Site Apontador abre sua API

O site Apontador, que oferece serviço de georreferenciamento, agregando diversos locais, como restaurantes, lojas e escolas, de várias cidades do Brasil, abriu sua API.

Com a iniciativa, será possível criar sites e aplicativos para celulares e para desktops que efetuam a base de locais do Apontador quando o usuário solicitar, fazer mashups, ou seja, misturar os resultados da API com os de outros sites, além de salvar locais, fotos e resenhas para os usuários – assim, o desenvolvedor consegue adicionar mais conteúdo para a base do serviço, e as informações ficam disponíveis para todo o público.

A primeira API do Apontador é gratuita, e caso haja interesse em alguma função ainda não disponibilizada, pois inicialmente ela é só para locais, a equipe do site está aberta a sugestões.

VIA imasters

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Não a ditadura do desenvolvimento

Ditadura

Ditadura

Você está morrendo de fome e, depois de andar um pouco, entra no primeiro restaurante que encontra; sua vontade é de comer um hamburguer, na verdade você até gostaria de um prato melhor, mas a fome é tanta que a velocidade de ter um hamburguer torna o prato o mais interessante que você pode imaginar Você não sabe, mas quem vem atender é um dos melhores chefs do mundo, estudou por anos com os melhores chefs e aprendeu as mais variadas receitas, conhece todas as tendências da culinária e faz com maestria os mais refinados pratos. Ele ouve o seu pedido, diz que fica pronto em 10 minutos e vai para a cozinha.

Mas, quando o Chef começa a pegar os ingredientes, pensa: “não! Ele não vai querer um hamburguer! Ninguém mais está comendo esse tipo de comida hoje em dia! É comprovado que faz mal a saúde a longo prazo! Ele quer satisfazer a fome, eu entendi isso e vou fazer de uma forma melhor, vou preparar um Blanquette de veau (digamos que o preço do prato seja o mesmo), vou levar apenas 10 minutos a mais e, além de satisfazer a fome dele, ele terá um prato saudável, com mais vitaminas e que os mais variados chefs recomendam.” O chef volta e o cliente, já revoltado pelo prato ter demorado mais do que ele esperava, olha e vê que não é o que ele queria, manda o chef voltar para a cozinha e fazer o hamburguer que havia pedido. O chef, perplexo, argumenta: “Não é possível! Este prato é bem melhor e mais saudável, por que você vai querer um hamburguer? Agora que fiz um prato melhor, vou ter que refazer de uma forma pior?”. Você fica com tanta raiva que não quer mais argumentar, tudo o que quer é o seu hamburguer. Parece engraçado, mas no mundo do desenvolvimento isso às vezes acaba acontecendo. Estudamos tanto a melhor forma de fazer um software, que às vezes acabamos sequer perguntando ao cliente se é realmente isso que ele quer. Você pode pensar, “eu sou de TI, portanto sei o melhor para o meu cliente”, assim como o chef da minha estória pensou. Porém, tenho a mesma opinião expressada por Kent Beck no livro “Programação Extrema Explicada”, no capítulo 14:

“Mesmo que a escolha de uma tecnologia pareça ser, em princípio, uma decisão técnica, ela é na verdade uma decisão de negócios, mas em que deve ser levado em conta informações do Desenvolvimento. O cliente precisará viver com um fornecedor de um banco de dados ou uma linguagem por muitos anos e ele precisa sentir-se confortável com a relação tanto em nível de negócios quanto no nível técnico. Se um consumidor me diz que quer um sistema e que eu devo usar o banco de dados relacional XDB e uma IDE Java, minha função é apontar as consequências dessas decisões. Se eu penso que um banco de dados orientado a objetos e C++ é a melhor escolha, eu tenho que fazer as estimativas do projeto dos dois jeitos, e então as pessoas de negócios podem tomar uma decisão de negócios”

É nosso dever argumentar sobre um benefício que outra alternativa teria, no entanto se ainda assim o cliente quiser um hamburguer, faça o hamburguer! Não fique preso ao que os demais chefs apontam como tendência, ou o que eles vão pensar se souberem que você fez um hamburguer. Além de mostrar que você entende o seu mercado, vai satisfazer seu cliente e, quem sabe, fazê-lo voltar outro dia para apreciar o Blanquette de veau.

 

Por Ricardo Fernandes Luiz ao site iMasters

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O lado 1.0 do Facebook

aranha

Teia de aranha iMasters

Você tem que ser a mudança que você quer para o mundo – Gandhi – da coleção.

As atitudes dos grandes portais colaborativos 2.0 já demonstram uma verdade dolorida para os tecno-otimistas de plantão.

Os caras têm carro 2.0, terno 2.0, óculos 2.0, mas não atitudes 2.0.

Há, como já se disse, tecnologias 2.0 e filosofias 2.0, que são coisas bem distintas.

As primeiras chovem torrencialmente.

As outras pingam a conta-gotas!

O mundo 2.0 tem por baixo uma filosofia, ou várias, do compartilhamento humano, da comunicação horizontal, do questionamento dos direitos autorais no modelo da Idade Mídia.

Da valorização e do afinamento entre o que se diz e o que se faz.

É uma herança do mundo hippie/socialista/igualitário/meritocrático/empreendedor (Leiam Castells “Sociedade em Rede”), que deu na indústria do computador, na rede e nos projetos inovadores, como o Google, o Facebook e o Twitter.

Os caras entraram no mercado, mas deveriam manter uma atitude coerente com a filosofia que propagam em seus projetos.

Mas não.

Isso é papo de folder!

O Facebook resolveu processar um site de professores, que trocam material de sala de aula, por ter usado o nome Book.

Também forçou o PlaceBook, site de viagens, a alterar seu nome para TripTrace no final de agosto.

Não satisfeito, quer ser o dono da palavra Face na Internet para projetos de rede social.

Pera aí!

Os professores processados se perguntam: “Por que nós? Com que direito? Um gigante de 500 milhões de usuários preocupado com o nome Book? Isso é justo?”

Teacher e book têm tudo a ver, há muito mais tempo do que o Facebook dar a primeira mamada na mamadeira 2.0.

Na próxima vez em que o dono do Facebook vier ao Brasil seria bom perguntar para ele, com aquela cara de inovador e gênio da raça, se existe coerência nessa atitude.

As contradições não param por aí.

O Goggle vai na China e aceita censurar as páginas.

O Twitter cancela contas (aconteceu com uma das minhas alunas), manda um e-mail enigmático por motivos técnicos de muitos RTs (!!!???).

Pensa-se que terão um perfil no Twitter para atender possíveis enganos?

Ha, ha, ha! (risos sonoros)

Os caras devem beber na sexta-feira rindo desse pessoal que acredita no Twitter e nas ferramentas 2.0.

No atendimento pelas redes sociais. (Quá, quá, quá.)

Lá fora, tudo bem, mas aqui é capitalismo 1.0, meu!

OK, Brô?

E a coisa não para.

O pai do termo Web 2.0 (Tim O´Reilly – foto abaixo) quis patenteá-lo e chegou a tentar processar uma garotada que ia fazer um encontro usando a expressão – depois da grita, recuou.

O Chris Anderson escreve o livro “Free” (para os outros), mas é vendido sem alternativa na Web, pois tem o leitinho das crianças!!!!

Ué, se é assim, deveria ser.

“O Free é bom, desde que nos livros dos outros”.

A Nokia, que fala que é uma empresa moderna, desenvolve sistemas de controle de celulares para o Governo do Irã contra os manifestantes.

(Será que tem gente que pode ser apedrejada por causa disso?)

E o Wikipédia cria uma panela de especialistas, que ficam lá atrapalhando a criação coletiva.

Ou seja, o mito que a tecnologia colaborativa faz da pessoa um ser especial, ou que seus projetos vão nos levar ao Nirvana na terra.

Sei não!

Falta filosofia e coerência.

Assim, vou de Gandhi na entrada:

Tens que ser a mudança que queres para o mundo.

E de Jesus (mesmo que ele não tenha existido, sem ser religioso ou dogmático) no prato principal:

Não faça ao outro o que não queres que faça contigo.

Por fim, a centralização dos projetos de redes sociais na mão de poucas pessoas é algo que vai mais adiante de ser incompatível com o mundo 2.0 colaborativo.

Começam, aqui e ali, projetos para fazer redes sociais sem centro.

A garantia da democracia humana vai passar por essa descentralização, pois estamos dando muito poder para pouca gente, que pode, a seu critério, criar critérios, já que tudo é de graça.

Assina-se ao entrar, algo que não lemos e não temos alternativa!


Já disse em palestra e repito aqui:

O Orkut é apenas um servidor num lugar qualquer, uma máquina ligada (ou várias), sobre a qual o Google tem o poder de desligar a qualquer momento.

Pling!

Espere o dia que o pessoal de lá achar que já não é mais legal brincar no Brasil.

Ou resolver estabelecer regras heterodoxas.

Isso pode, aquilo, não.

Podem ou não podem fazer isso? Paranóia?

O caso do Twitter me diz o contrário.

(Se acaba, o que vai ter de gente tremendo por aí com crise de abstinência, vai ser uma festa.) :)

Anote: isso não é #fake, é #fato!

Concordas?

Por Carlos Nepomuceno ao site iMasters.com.br

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Google divulga formato de imagens para competir com o JPEG

Google divulga formato de imagens para competir com o JPEG

Nesta semana, o Google anunciou a criação do WebP, um formato de imagens para competir diretamente com o JPEG. Segundo a empresa, o padrão consegue gerar arquivos até 40% menores que o popular rival, sem perda perceptível de qualidade.

O formato usa técnicas do codec de vídeo VP8 para compressão e apresenta tempo de carregamento menor, já que há redução do número de bytes nas fotos. De acordo com o Google, 65% dos bytes trafegados pela Web correspondem a imagens.

Em breve, o WebP também suportará transparências, substituindo  – pelo menos parcialmente – o PNG. O Chrome – navegador do próprio Google – deverá ter um patch de conversão para que o browser suporte o formato.

A empresa também criou uma ferramenta de conversão para o formato e também um catálogo para que o internauta possa comparar as imagens deste padrão com o JPEG.

Fonte: ComputerWorld via blog ceviu

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Criando um ambiente de desenvolvimento baseado no UBUNTU.

Olá a todos, bem vindos.

Vou listar aqui algo no meu ver bem útil pra desenvolvedores com instalações zero do ubuntu e até outras nem tanto.

Pretendo neste tutorial/post não só ajudar a comunidade OpenSource, mas também deixar documentado um muita coisa que tive de garimpar na web, vou tentar a medida do possível ir atualizando esse post para que o mesmo não fique rapidamente obsoleto.

Já vou deixar aqui algumas pré definições:

  • Saiba operar o sistema operacional linux (de preferência o ubuntu).
  • caso você utilize outra distribuição do sistema operacional linux, acho que não terá muitas dificuldades de adaptar essas dicas ao seu sistema (visto que muitos passos nem sempre eu executo via apt-get).
  • Saiba usar ferramentas de compilação de fontes como GCC e make
  • Sempre que tiver algum código fonte vou tentar colocar ele na ferramenta gist do github, aconselho você desenvolvedor a criar uma conta gratuita no github para manter os seus repositórios de projetos e códigos fonte. (E podem me add ;D )
  • Todo comando de terminal que iniciar com # é modo root, os que iniciam com $ é modo usuário normal.
  • Alguns comentários que faço no terminal eu posso suar o comando echo ou // ou espero que não se confundam, vou tentar a medida do possível com os código inseridos aqui na página colocar esses comentários e saídas de cor diferente.
  • Usuários windows, algumas dicas se aplicam ao seu sistema, e vou tentar a medida do possível se não adaptar a instrução, pelo menos dar dicas de como fazer.

Feitas as observações, vamos ver o que este texto tem como conteúdo.

  1. Instalar o controle de versão git
  2. Banco de dados.
  3. Instalar o servidor web NGinx.
  4. Configurar o nginx.
  5. Instalar o Java + ferramentas
  6. Instalar o web container para java Jetty.
  7. Configurar o Jetty e integrar com o nginx.
  8. Instalar o RVM (somente usuários linux e apple).
  9. Instalar o Ruby
  10. Instalar o Rails
  11. Instalar o Phusion Passenger
  12. Integrar o Passenger com o nginx
  13. Integrar o nginx com Python
  14. Instalar o php
  15. Como rodar php com o nginx
  16. Exemplo de aplicação Java
  17. Exemplo de aplicação PHP
  18. Exemplo de aplicação Rails
  19. Exemplo de aplicação Django

É para esse post não ficar muito grande vou dividir ele em passos e a cada etapa concluída ficará um link aqui para o tutorial referente. Ao final de cada post, veja os links de referências para saber mais ou ver outras alternativas de ideias ou configurações.
E por favor lembre-se que o google.com é seu amigo.

Bem desde já peço desculpas por erros de ortografia e sintam-se livres para entrar em contato. Esse final de semana publico os posts do git, banco de dados e nginx (instalar e configurar).

Abraços.

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